
Começou a trabalhar aos onze anos de idade como aprendiz de fiadeira. Eram jornadas longas, de mais de doze horas de trabalho, mas viviam-se tempos difíceis e trabalhar era necessário. Toda a ”féria” era entregue à minha madrinha que geria o orçamento familiar com mão de ferro, dando-lhe aos domingos uns tostões para comprar uns pirolitos.
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